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JFC, gênero masculino, 45 anos, casado, religião católica, professor de nível médio em uma instituição pública, renda mensal 1.280,00. Reside com esposa e três filhos adolescentes em casa alugada, de quatro cômodos na zona urbana. Seu pai faleceu há dois anos com câncer prostático e era também, portador de HA. A mãe é portadora de diabetes mellitus há cinco anos e faz uso de hipoglicemiante oral. Ele percebeu seu estado de saúde como regular e ao compará-la com as últimas quatro semanas e com a das pessoas da mesma idade, classificou-a como regular. É portador de HA há quatro anos e faz uso de captopril 12,5 mg 1 comprimido 2 vezes ao dia. Não faz dieta hipossódica e nem controle médico periódico devido à falta de tempo e de interesse para adquirir conhecimento sobre sua patologia. Há cinco dias atrás, acordou durante a noite com polidipsia, poliúria e polifagia. Referiu sudorese fria e pegajosa, acompanhada de desfalecimento. Peso habitual 90 Kg, altura 1,72m. Há um mês atrás apresentou perda ponderal equivalente a 10 Kg. Mediante esses sintomas, procurou a UBS, sendo realizada glicemia venosa, em jejum, cujo resultado foi de 492 mg%. JFC foi encaminhado para internação, sendo diagnosticado diabetes mellitus. A prescrição médica constou de insulina NPH 80 UI pela manhã e mantendo-se o hipotensor em uso. Cliente e família desconhecem as patologias, tratamento e os cuidados relacionados com essa situação. Segundo a Teoria de Enfermagem do Déficit do Autocuidado, o paciente, assim como a família, apresentam déficit de autocuidado pelo desconhecimento em relação à doença e tratamento das patologias. O paciente, além disso, não adere à dieta e tratamento apresentando risco de glicemia instável. De acordo com o processo de diagnóstico aprovado pela North American Nursing Diagnosis Association (NANDA, 2010), emergiram dois diagnósticos de enfermagem: Conhecimento Deficiente e Risco de glicemia instável. (Imagem JPG - 126kb) | |